Contagem regressiva!

Setembro 22, 2008 by Fábio

O primeiro encontro dos Pontos de Cultura do Frutos do Brasil – Juventude em Debate acontece neste próximo final de semana (26, 27 e 28 de setembro), em Atibaia-SP.

 Serão 38 participantes de 19 Pontos de Cultura, das regiões Sul e Sudeste do Brasil, reunidos para conhecer o kit Frutos do Brasil – Juventude em Debate, que posteriormente será distribuído para todos os Pontos de Cultura do país.

 Também já confirmaram presença o Secretário de Programas e Projetos Culturais do MinC, Célio Turino, e a Representante Regional do MinC em São Paulo, Yara Iguchi.

 O segundo encontro acontece em Salvador, durante os dias 17, 18 e 19 de outubro, reunindo Pontos de Cultura do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

 …

 Na noite desta segunda-feira (22), Fabiana Kuriki, da Aracati, dá entrevista ao programa CBN Noite Total, veiculado em rede nacional a partir das 21h (Brasília). Ela falará sobre o tema que norteia o Pontão de Cultura Frutos do Brasil: a juventude. Pela internet você poderá ouvir a entrevista através do site http://cbn.globoradio.globo.com.

 

Entrevista na Revista ARede

Agosto 14, 2008 by Fábio

A Revista ARede publicou no seu nº37 (Junho 2008) uma entrevista com os pesquisadores do IPEA Jorge Abrahão de Castro e Luseni Aquino, na qual eles comentam os resultados do estudo “Juventude e Políticas Sociais no Brasil”.

Leia a matéria … “O jovem é um ator social”

http://www.arede.inf.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1469&Itemid=1

IstoÉ pergunta: O que querem os jovens?

Agosto 5, 2008 by leotrielli

A edição 2020 (semana de 23 de julho de 2008 ) da revista IstoÉ traz extensa reportagem sobre a juventude brasileira. O texto busca responder a questão “o que querem os jovens?” e traça um pequeno perfil comportamental sobre os jovens do Brasil.

A repórter Suzane Frutuoso se baseou em estudo da Unesco, que pesquisou 10 mil brasileiros entre 15 e 29 anos. Segundo a reivsta, esta é “…a primeira tese de fôlego no País sobre esta faixa etária, que corresponde a 51 milhões de pessoas e só começou a ser estudada há dez anos. O trabalho traz dados surpreendentes – para os mais velhos – sobre a geração que comandará o Brasil daqui a 20 anos.”

Confira a reportagem na íntegra aqui.

Inscrições refletem realidade brasileira

Julho 31, 2008 by frutosdobrasil

Os 64 inscritos para o projeto Frutos do Brasil – Juventude em Debate, refletem em suas proporções a quantidade total de Pontos de Cultura existentes. Verificou-se que a região com mais inscritos foi a Sudeste, com 31 inscrições, seguida do Nordeste, com 26 inscrições.

Mas isto não quer dizer que os outros estados ficaram de fora. Ao contrário, organizações de 18 estados brasileiros efetuaram suas inscrições online, com projetos dos mais diversos, público também diverso e resultados regionais animadores para o Frutos do Brasil.

Confira no quadro abaixo, o número de organizações inscritas em cada estado (clique na tabela para ampliar):

Relação de Inscritos por estado

Infelizmente, são apenas 40 vagas para os Encontros de Formação. Isto, no entanto, não impede ninguém de participar ativamente do Frutos do Brasil, já que o projeto prima pelo aprofundamento do debate sobre a participação juvenil no país. Selecionados e não-selecionados, inscritos e não-inscritos, o que importa é sua participação relatando e trocando experiências … e este Blog é o espaço para estas trocas!
Se quiser participar, entre em contato conosco!

Comitê de Seleção
Um Comitê de Seleção independente, formado por 12 profissionais com reconhecida experiência em projetos sociais e com os temas juventude e cultura, foi criado para garantir transparência ao processo de Seleção dos Pontos de Cultura. Como resultado positivo, além da transparência, a escolha acabou refletindo na diversidade dos pré-selecionados, já que cada membro tem afinidade com um tema específico.

O processo de seleção se deu em duas etapas. Na primeira, as organizações inscritas foram divididas em 2 grandes grupos regionais (Norte, Nordeste e Centro-Oeste no Grupo 1; Sul e Sudeste no Grupo 2). Cada grupo foi subdividido em dois outros grupos, totalizando 4 subgrupos. Cada subgrupo foi analisado por 3 membros do Comitê.

Nesta etapa, foram utilizados três critérios de avaliação: análise da organização, análise do projeto do Ponto de Cultura da organização e análise do potencial de impacto da participação da organização nos Encontros de Formação do Frutos do Brasil – Juventude em Debate. Para cada critério, os avaliadores atribuíram um conceito de 1 a 4 (regular, bom, muito bom e ótimo). Os oito melhores avaliados de cada subgrupo foram automaticamente pré-selecionados. Assim, neste primeiro momento, 32 Pontos de Cultura foram escolhidos. As 8 vagas restantes foram preenchidas na segunda etapa do processo de seleção, durante reunião ocorrida na noite do dia 30 de julho, 4ª feira.

Datafolha faz levantamento inédito sobre juventude brasileira

Julho 27, 2008 by leotrielli

‘Jovem sonha em obter emprego e casa própriaé a manchete da Folha de S.Paulo deste domingo, que traz um caderno especial de 20 páginas sobre o assunto

Um levantamento inédito sobre jovens na faixa de 16 a 25 anos abrangendo todas as classes sociais de todas as regiões do Brasil foi feito pelo instituto Datafolha e revelado no jornal Folha de S.Paulo deste domingo, 27/07. A pesquisa foi feita em 168 cidades e fez 20 perguntas para 1.541 jovens. O diretor de pesquisas do Datafolha, Alessandro Janoni, afirmou ao jornal que esta é a maior pesquisa já feita sobre o assunto até então.

O resultado da pesquisa está no caderno Jovem Século 21, que traz números sobre educação, emprego, família, violência, sexualidade entre outros temas e, mais importante, desmistifica a imagem do rebelde contestador.

NÚMEROS
Entre os dados mais intrigantes, está o fato de que o índice de repetência dos jovens é alto em todas as classes sociais - 54% já repetiram de ano.

Outro dado que faz refletir sobre as condições que o país tem dado aos jovens é a revelação de que 42% dos jovens sairiam do Brasil em busca de um futuro melhor, mesmo sabendo que lá fora a oferta para estrangeiros se dá quase sempre em subempregos.

O caderno ainda traz dois artigos dos psicanalistas Contardo Calligaris e João Batista Ferreira, ambos especialistas em adolescência.

Assinantes do UOL e da Folha podem ler o caderno no íntegra aqui.

ProJovem Urbano - Matrículas Abertas

Julho 22, 2008 by Fábio

As matrículas para o ProJovem Urbano já estão abertas em algumas cidades e estados e vão até o final de agosto.

Mais em:

 http://www.projovem.gov.br/2008/interna.php?p=material&tipo=Noticias&cod=461

Inscrições prorrogadas

Julho 21, 2008 by leotrielli

Estão prorrogadas as inscrições para participar do processo de seleção do Projeto Frutos do Brasil. Isto quer dizer que os Pontos de Cultura que ainda não se inscreveram terão até às 13h do dia 25 de julho, 6a feira, para nos submeter o formulário.

Para se inscrever, basta ser um Ponto de Cultura, ter o convênio ainda válido com o Ministério da Cultura e preencher o formulário online pelo www.frutosdobrasil.org.br.

Jovens representam quase metade dos desempregados do país

Julho 14, 2008 by Fábio

Pesquisa do Ipea aponta que proporção entre jovens sem emprego e total de desempregados chega a 46,6%

Carolina Ruhman, da Agência Estado
terça-feira, 20 de maio de 2008

SÃO PAULO - Cerca de metade da massa de desempregados no Brasil tem entre 15 e 24 anos, segundo pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada nesta terça-feira, 20. De acordo com o estudo, a proporção entre o número de jovens desempregados e o total de pessoas sem emprego no País era de 46,6% em 2005, a maior taxa entre os dez países pesquisados. No México, esta proporção é de 40,4%; na Argentina, de 39,6%; no Reino Unido, de 38,6%; na Suécia, de 33,3%; nos Estados Unidos, de 33,2%; na Itália, de 25,9%; na Espanha, de 25,6%; na França, de 22,1%; e na Alemanha, de 16,3%.

 Segundo o Ipea, o problema do desemprego tende a ser mais acentuado entre os jovens do que no restante da população em todo o mundo e o crescimento do desemprego entre os jovens reflete a expansão geral do problema em todas as faixas etárias. Entretanto, o instituto avalia que não há tendência de aproximação entre as taxas de desemprego de jovens e adultos. “Ao contrário, a taxa de desemprego dos jovens cresce proporcionalmente mais”, destaca o documento. A pesquisa mostra que, em 2006, a taxa de desemprego era de 5% entre os adultos de 30 a 59 anos, de 22,6% entre os jovens de 15 a 17 anos, de 16,7% entre 18 e 24 anos, e de 9,5% entre 25 e 29 anos.

 O Ipea atribui este fenômeno à maior rotatividade entre os trabalhadores jovens do que entre os adultos, o que implica em uma taxa de desemprego maior. O instituto ressalta que parte desta rotatividade não é necessariamente problemática, já que está mais relacionada às decisões do jovem e ao “processo de ‘experimentação’ em várias ocupações”.

Entretanto, esta questão também é explicada pelo lado da demanda, uma vez que os postos de trabalho ocupados por pessoas de baixa qualificação e experiência são, em geral, os piores em termos de remuneração e condições de trabalho, além de terem os menores custos de demissão e contratação.

Neste contexto, os jovens encontram disponíveis apenas ocupações precárias e de curta duração, destaca o Ipea. Para o instituto, isto não seria um problema se as famílias destes jovens pudessem financiar a busca por empregos melhores ou pela extensão dos estudos. “No entanto, o que acontece para a maioria dos jovens oriundos de famílias trabalhadoras e de baixa renda é que eles ficam circulando entre ocupações de curta duração e baixa remuneração, muitas vezes no mercado informal”, aponta a pesquisa.

Leia a reportagem na íntegra: http://www.estadao.com.br/economia/not_eco175586,0.htm

Vê mas não percebe, ouve mas não compreende

Julho 11, 2008 by antoniolinojr

Marina Silva

De Brasília (DF)

Li na internet sobre a decepção de dois universitários, Giuliano e Carlos, que após percorrerem cinco mil quilômetros em nove estados, para sensibilizar estudantes de doze universidades e incentivá-los a ir ao Fórum de Comunicação e Sustentabilidade (realizado em junho, em Brasília), viram seu esforço reduzir-se a 130 presentes, de uma lista de mil inscritos, que foi o que restou da expectativa inicial de três mil participantes.

Ambos foram compreensivelmente críticos com a apatia dos colegas. Chamaram-nos de superficiais e escandalizaram-se com o desconhecimento diante do tema, por parte de quem deveria ser vanguarda das iniciativas por um mundo sustentável.

Ao mesmo tempo, registraram sinais positivos de interesse, tanto de estudantes que prometeram “pensar no assunto” quanto de muitos que espontaneamente os abordaram durante a viagem. Observaram também que as pessoas se reconhecem no conceito de sustentabilidade quando ele é associado ao seu dia-a-dia.

Quero dizer a Giuliano e Carlos que seu trabalho foi admirável e os resultados muito bons, até porque levantaram de maneira inusitada uma grande e necessária interrogação: de que maneira, hoje, um jovem pode pretender ser revolucionário e questionar as estruturas?

Certamente não o será por meio dos fetiches do consumo, da revolução fast food entregue em casa - by delivery - pela televisão. Será na mediação entre o vivido e o compreendido pela via das informações, da imaginação, da ação e das emoções. Será sempre caminhando no rumo de uma bela utopia.

Do tão falado ano de 68, em que jovens no mundo todo foram às ruas para lutar por liberdade, uma das melhores palavras de ordem é: “queira o impossível”. Este é o combustível da garra, da tenacidade, dos sentimentos universais que nos tiram da armadilha solitária do individualismo exacerbado, do cipoal da mediocridade, e nos dão pernas, asas, coragem e a companhia de milhares de pessoas interessantes, idealistas e generosas.

A rebeldia de 68 exigia liberdade, democracia, paz, alegria. Atacava a hipocrisia dos costumes e as instituições autoritárias. Influenciou inúmeros movimentos posteriores que ajudaram a desenhar os contornos da utopia de agora, da revolução de nossos tempos. Que mudou de tom, tornou-se mais complexa, sofisticada, e menos um enfrentamento linear com o “mal”, pretendendo saber exatamente o endereço e o nome do “bem”.

Hoje, a utopia é mais exigente, porque o “bem” e o “mal” não estão evidentes, não estão encarnados na individualidade de heróis. Estão na trama, no tecido, no encontro das diferenças e na capacidade individual e coletiva de descobrir identidades, objetivos comuns. Hoje, está agudamente claro que a revolução é civilizatória e depende muito mais de entendimento do que de doutrina.

E o que mais se aproxima disso são os princípios, práticas e metas expressos no conceito de desenvolvimento sustentável ou sustentabilidade, cuja realização depende de múltiplos saberes, estímulos e de escolhas cotidianas. Não há senha ou cartilha, nem carteirinha e nem forma específica de adesão.

É verdade que o uso do discurso “sustentabilista” como mera ferramenta de marketing complica e confunde. Daí a importância da insistência, da criatividade e da expansão dos temas que trazem o cerne do conceito, ou seja, equilíbrio ambiental, eqüidade social, economia não predatória, respeito à diversidade e recriação da prática política.

Em tese, universidades seriam o espaço de acolhimento e fecundação do desenvolvimento sustentável, não só como objeto do conhecimento acadêmico mas como bandeira de engajamento político. E isso não está acontecendo, como Giuliano e Carlos constataram com angústia e constrangimento.

Mas não devem criticar apenas o jovem que faz cara de paisagem. É preciso, também, questionar a própria instituição Universidade, com seu estranho alheamento, em plena crise ambiental global aguda, exposta em todas as mídias. Que tipo de estímulo os jovens recebem? Quem são hoje nas universidades os grandes intelectuais, mentores e fomentadores da atitude de mudança?

As entidades estudantis, por sua vez, parecem ainda não terem ressignificado suas formas de organização e militância para dar conta das questões do presente. Talvez não tenham sabido fazer a transição da pauta política de décadas atrás, ou percebido quais os caminhos da transformação das estruturas na atualidade.

O alheamento também traduz descrença generalizada, o que induz à descrença em si mesmo, à sensação de impotência ante a magnitude dos desafios. Você se limita a assistir. Assiste ao espetáculo dos problemas sociais, da fome na África, da degradação ambiental global, da violência, da intolerância, sem se ver, em nenhum momento, como parte do problema ou da solução. É o sujeito-espectador. Como diz o provérbio bíblico, vê mas não percebe, ouve mas não compreende e, às vezes, sente mas não se compromete.

Estamos submetidos à superexposição da informação, sem nenhum chamado ao compromisso. É um combinado de hiperassimilação dos problemas com baixo nível de consciência e atitude.

Portanto, que os muitos Giulianos e Carlos das utopias civilizatórias não desanimem! Ao contrário, agora é que precisamos de todo o nosso ânimo e de tranqüilidade para descobrir ganhos, mesmo nos momentos em que, aparentemente, o fracasso é retumbante.

Marina Silva é professora secundária de História, senadora pelo PT do Acre e ex-ministra do Meio Ambiente.

Proposta de Emenda Constitucional 138/03 - PEC da Juventude

Julho 10, 2008 by frutosdobrasil

A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 138/03, também conhecida como PEC da Juventude, trata sobre a proteção dos direitos econômicos, sociais e culturais da juventude. Isso significa que esta proposta diz respeito aos mais de 50 milhões de brasileiros e brasileiras que têm entre 15 e 29 anos.

Em maio deste ano a PEC entrou na pauta da Câmara, porém a matéria não foi “apreciada por acordo dos Srs. líderes” (Fonte: site da Câmara)

Conheça a íntegra da proposta e acompanhe sua tramitação …

http://www2.camara.gov.br/internet/proposicoes/chamadaExterna.html?link=http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=129219

Aproveite e mande um e-mail para seu ou sua deputad@.

Expresse seu ponto de vista e dê sua opinião a ele ou ela.